De vez em quando gosto de negar as coisas, ou de ignorar as coisas, esquecer até meus pensamentos, perder até a noção que eu mesmo existo.
Viajar numa louca sensação de liberdade morta, onde o que importa não é viver, onde não me importo se estou morta, onde a sensação de liberdade é o de menos, o que importa é viajar.